sábado, 22 de novembro de 2008

ISO 14000: CONHEÇA MELHOR O MAIS NOVO SÓCIO DA ORGANIZAÇÃO

Artigo extraído de www.mundodoquimico.hpg.ig.com.br
Iso 14000

International Organization for Standardization, que, em português significa “Organização Internacional para Normalização”, é uma organização não-governamental e foi criada depois da II Guerra Mundial (1946) e situada em Genebra com o objetivo de facilitar as trocas internacionais de bens e serviços e criar normativas para o comércio mundial. O Brasil participa do ISO através da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABTN) uma associação privada sem fins lucrativos.
Série ISO 14000
A série ISO 14000, recentemente lançada, é um conjunto de 28 normas relacionadas a Sistemas de Gestão Ambiental, elas abrangem seis áreas bem definidas:
Sistema de Gestão Ambiental; Auditorias Ambientais; Avaliação de Desempenho Ambiental;
Rotulagem Ambiental; Aspectos Ambientais nas Normas de Produtos e Análise do Ciclo de Vida do Produto.
Inicialmente formas aprovadas cinco normas: ISO 14001, 14004, 14010, 14011 (parte 1 e 2) e 14012.
· ISO 14000 – Guia de orientação do conjunto de normas da série.
· ISO 14001 (17 requisitos) – Sistema de gestão ambiental, apresenta as especificações.
· ISO 14004 – Sistema de gestão ambiental, apresenta diretrizes para princípios, sistemas e técnicas de suporte.
· ISO 14010 – Diretrizes para auditoria ambiental, princípios gerais.
· ISO 14011 (parte 1 e 2) – Diretrizes para auditoria ambiental, procedimento de auditoria.
· ISO 14012 – Diretrizes para auditoria ambiental, critérios para qualificação de auditores.
As normas ISO 14000 não estabelecem níveis de desempenho ambiental, especificam somente os requisitos que um sistema de gestão ambiental deverá cumprir. De uma forma geral, referem o que deverá ser feito por uma organização para diminuir o impacto das suas atividades no meio ambiente, mas não prescrevem como o fazer.
Política Ambiental
A preocupação com a conservação do meio ambiente está se tornando uma constante nos últimos tempos. Vários movimentos estão pressionando as organizações e os governantes para tornarem as regulamentações cada vez mais rígidas, exigindo das empresas uma postura ambiental correta.Com isso o produto que possui o ISO 14000 (ou qualquer outro de sua família) é visto de uma outra maneira, pois ele possui um diferencial competitivo, e isso mostra à sociedade que a empresa é comprometida com a preservação ambiental. A ISO 14000 já se tornou um passaporte para a exportação de produtos para a Europa.
Alguns motivos para implantação de um sistema de gestão ambiental (ISO 14000)
a) Motivos Externos:
· Pressão do cliente;
· Alta concorrência do mercado e
· Restrição de comércio através de regulamentações de mercado (ex.: CEE).
b) Motivos Internos:
· Convicção, acreditar nos benefícios que o sistema proporciona;
· Política corporativa e estratégia de competitividade.
Alguns benefícios para a empresa
a) Proporciona uma ferramenta gerencial adicional para aumentar cada vez mais a eficiência e eficácia dos serviços;
b) Proporciona a definição clara de Organização, com responsabilidades e autoridades de cada função bem estabelecidas;
c) Promove a capacidade dos colaboradores para o exercício de suas funções, estruturadas a partir de seleções, treinamentos sistemáticos e avaliação de desempenho;
d) Reduz custos através de uma maior eficiência e redução do desperdício, o que aumenta a competitividade e participação no mercado;
e) Aumenta a probabilidade de identificar os problemas antes que eles causem maiores conseqüências.
Como obter a certificação segundo as Normas ISO 9000 ou ISO 14000
Após implantação do Sistema de Garantia da Qualidade (ISO 9000) ou do Sistema de Gestão (ISO 14000), a empresa deve solicitas a certificação de seu Sistema. A certificação á efetuada por um Organismo Certificador que, no âmbito do Sistema Brasileiro de Certificação – SBC, determinado através de resolução do CONMETRO, deve estar credenciado junto a INMETRO para exercer tal atividade.
1. Pré Avaliação
· Empresa contata Certificadora;
· Certificadora encaminha questionário de avaliação preliminar à Empresa;
· Certificadora recebe questionário respondido, analisa documentação e realiza pré-auditoria;
· Empresa promove correção das não conformidades.
2. Avaliação
· Auditoria do Sistema nas instalações da Empresa;
· Certificadora analisa o relatório de auditoria;
Caso aprovada emiti-se o certificado, senão dado um prazo para correção das não conformidades e realizada nova auditoria.
3. Pós Avaliação
A certificação tem acompanhamento constante (auditorias a cada seis meses), para verificar a continuidade da conformidade do Sistema da Empresa aos requisitos da Norma. A Certificadora tem o poder de suspender, cancelar ou revogar o certificado obtido pela Empresa.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Estudantes de administração são os mais procurados pelas empresas

Estudantes de administração são os mais procurados pelas empresas

Universitários da área de administração de empresas são os mais procurados pelo mercado dirigido aos estagiários. Apenas nos três primeiros meses do ano o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) de São Paulo registrou a oferta de 4.637 vagas para estudantes dessa área, número que representa o topo do ranking de oportunidades da entidade.

O técnicos do CIEE explicam que essa liderança se deve ao fato de que a formação dos alunos do curso superior de administração implica em maior versatilidade de conhecimentos técnicos. Podem ser alocados em diversos departamentos das empresas, como na gestão financeira e de recursos materiais e humanos.

"O mercado de administração de empresas vem sendo incrementado, inclusive pelo surgimento de novos mercados, como o formado pelas organizações não-governamentais", avalia Eduardo de Oliveira, gerente de Operações do CIEE.

Segundo ele, outro setor cuja oferta de vagas é promissora está vinculado ao comércio exterior, que responde pelo gerenciamento pelas relações de negócios das empresas com outros países. Nessa área, o CIEE contabiliza de 13.220 estagiários desse curso, enquanto outros 60 mil aguardam na fila por uma oportunidade.

Em segundo lugar no ranking de oferta de vagas neste ano vem a área de Direito, com a abertura de 2.618 oportunidades. Sua valorização está ligada à globalização da economia, que demanda atuação em segmentos novos, como direito internacional e ambiental.

(Diário de S. Paulo - 28/04/03)

Executivos Black Belt: porquê ser um!

Artigo extraído de http://www.qsp.org.br/ -Francesco De CiccoDiretor-Executivo do QSP
Recentemente, "uma corrente cada vez mais forte está revolucionando o conceito da qualidade e a própria gestão dos negócios, e que, muito provavelmente, terá amplificada a sua adoção pelas empresas, dado o seu total alinhamento com as novas ISO 9000:2000". É à estratégia Seis Sigma, vista e praticada sob uma forte perspectiva empresarial (leia-se lucratividade), e não somente sob a óptica da qualidade de produtos, serviços ou processos.
Vamos falar um pouco mais sobre os Black Belts: uma verdadeira elite de profissionais, que são a força motriz dos
Programas Seis Sigma das empresas "world class".
O termo Black Belt surgiu em meados dos anos 80, na Unisys Corporation, em Salt Lake City, nos Estados Unidos. Não foi na Motorola, como muita gente pensa. A Motorola desenvolveu a abordagem Seis Sigma, originalmente, apenas com o objetivo de reduzir a taxa de falhas e aumentar a confiabilidade de seus produtos eletrônicos. A primeira turma de Black Belts ("Faixas Pretas") foi treinada nessa unidade da Unisys. A idéia de se fazer um paralelo entre a luta de caratê e a implementação do Seis Sigma surgiu porque ambas dependem de força, velocidade e determinação, bem como de disciplina mental e treinamento sistemático e intensivo. Os "Six Sigma Black Belts" dependem basicamente dos recursos alocados por suas empresas, de sua própria concentração mental e agilidade para tocar múltiplos projetos e concluí-los rapidamente.
Os "Faixas Pretas" podem elevar drasticamente o nível sigma de uma organização, propiciando a elas ganhos financeiros extraordinários. Pode-se esperar que cada projeto conduzido por um Black Belt gere economias de US$ 75 a 175 mil. Cada um desses profissionais,
adequadamente treinado, pode completar de 4 a 6 projetos por ano, ou um projeto a cada 2 ou 3 meses, resultando para sua empresa um lucro anual superior a US$ 1 milhão (!), em termos de redução de custos diretos e incremento da produtividade. A duração de cada projeto depende da complexidade, da disponibilidade de equipamentos de medição apropriados e da verba alocada para o mesmo.
A escolha de um candidato a Black Belt deve ser bastante criteriosa. Suas principais características pessoais deveriam ser as seguintes:
Ter experiência de pelo menos 5 anos em sua área de atuação (pode ser tanto engenheiro como administrador, por exemplo);
Ter bons conhecimentos de Estatística (não é necessário ser um especialista, mas é imprescindível saber o que é média, desvio-padrão, teste de correlação, análise de variância etc);
Ter excelente compreensão da língua inglesa (a maioria das publicações sobre o Seis Sigma é em inglês);
Ser dinâmico e ter a firme disposição de efetuar mudanças (pessoas que ficam esperando que lhes digam o que fazer, não servem para ser Black Belts);
Ter habilidade para organizar e acompanhar projetos, e para coordenar equipes de trabalho multifuncionais.
É fundamental, portanto, que o futuro "Faixa Preta" possua habilidades de liderança. Um dos maiores desafios de um Black Belt é fazer com que outras pessoas pratiquem novas formas de trabalho. Seu foco deve se concentrar em ensinar e auxiliar os funcionários da organização na análise e controle dos processos em que os mesmos atuam. Seu tempo deve estar voltado para estudar, pensar e aprender como inovar na solução de problemas e no aumento da lucratividade.
Não é à toa que os Black Belts são bastante disputados pelas empresas, com salários irrecusáveis, "stock options" e inúmeros outros atrativos. No Brasil, esse fenômeno já começa também a ser observado.

OS 6 D - PRINCÍPIOS QUE NORTEIAM UM LÍDER

01­_Descontração: A empresa precisa de colaboradores criativos, portanto rigidez e autoritarismo nem pensar. É importante a equipe esta solta, à vontade para criar, opinar, discordar. Sinceridade, bom humor e trato agradável são fundamentais.
02_Direcionamento: Descontração não pode ser confundida com falta de foco. Ao direcionar, o líder ajuda seus colaboradores a incorporar a missão da empresa, harmonizar objetivos e estabelecer prioridades.
03_Desafio: Traz motivação, ao mostrar aos colaboradores que eles são capazes, e eliminar o tédio, ao tirá-los do marasmo. Torna o trabalho sinônimo de criatividade, realização, aprendizado e, sobretudo, prazer.
04_Diferenciação: Reconhecer e valorizar as diferenças entre cada membro da equipe ajuda a aproveitar as características individuais de cada um, tanto de personalidade quanto de experiência profissional. As pessoas se sentem respeitadas, passa a ousar mais, sem medo de ser diferente os outros.
05_Desapego: Uma equipe é mais produtiva quando seus membros estão realmente voltados para a melhor solução e conseguem se desapegar idéias e paradigmas anteriores. É preciso abandonar o ego, as certezas, a noção de uma única alternativa.
06_Determinação: Ao juntar os seis princípios anteriores com uma boa dose de motivação e comprometimento o líder consegue inspirar sua equipe e levá-la também a determinação.
Fonte: Gisela Kassoy, consultora especializada em inovação.
Revista Empreendedor, Fevereiro de 2006 / Artigo por Alexsandro Vanin / pág.17

terça-feira, 18 de novembro de 2008

AVAST

Eu sou usuária do avast! 4 professional edition e posso confirmar que ele é, realmente, um dos melhores antivírus disponível para uso no momento.
Ele pode ser “baixado e usado gratuitamente por um período de 60 dias e no final deste período, a chave de licença tem de ser comprada, que por sua vez será válida por mais 12, 24, ou 36 meses”. Mas se desejar procure à nova versão, a tecnologia avast está sempre sendo renovada, e instale-o no seu computador por mais 60 dias.
Atualmente o programa vem com anti-spyware, anti-rootkit e uma forte auto-proteção incluídos. Após ter trocado o meu antigo programa pelo avast! 4 Professional edition, sinceramente, não me preocupo mais com vírus.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Carreira: ranking lista 50 mulheres para prestar atenção

Por Karin Sato - InfoMoney


SÃO PAULO - Este ano, as mulheres assumiram papel protagonista nas eleições americanas. Hillary Clinton lutou até o fim para ser a candidata democrata, assim como Sarah Palin fez o possível e o impossível para ser vice-presidente do país mais poderoso do mundo. Foi um momento histórico.

Entretanto, enquanto na política elas avançam, o número de mulheres nos altos escalões das empresas permaneceu estagnado nos últimos anos, lembra The Wall Street Journal, que divulgou o ranking deste ano "The 50 women to watch 2008".

Na lista, figuram algumas das mulheres mais poderosas do planeta, que, apesar do preconceito ainda existente, conseguiram chegar no topo.50 mulheres para prestar atençãoConfira o ranking:

1 - Sheila Bair, presidente - Federal Deposit Insurance Corp.

2 - Indra Nooyi, presidente - PepsiCo Inc.

3 - Barbara Desoer, presidente - Bank of America Corp.

4 - Hu Xiaolian, vice-tutora - People's Bank of China

5 - Christine Lagarde, ministra das Finanças da França

6 - Irene Rosenfeld, diretora executiva - Kraft Foods Inc.

7 - Ho Ching, chefe executiva - Temasek Holdings Pte. Ltd.

8 - Ellen Kullman, presidente e diretora executiva designada - DuPont Co.

9 - Anne Mulcahy, presidente e diretora executiva - Xerox Corp.

10 - Laura Tyson, professora de Negócios e Políticas Públicas - Haas School of Business, University of California, Berkeley

11 - Susan Arnold, presidente global das unidades de negócios - Procter & Gamble Co.

12 - Clara Furse, diretora executiva - London Stock Exchange

13 - Susan Decker, presidente - Yahoo Inc.

14 - Linda Cook, diretora executiva - Royal Dutch Shell Group

15 - Angela Braly, presidente e diretora executiva - WellPoint Inc.

16 - Ursula M. Burns, presidente - Xerox Corp.

17 - Terri Dial, diretora de Estratégias ao Consumidor - Citigroup Inc.

18 - Julie Larson-Green, vice-presidente corporativa, Windows Experience - Microsoft Corp.

19 - Safra Catz, presidente - Oracle Corp.

20 - Cynthia Carroll, diretora executiva - Anglo American Corp.

21 - Sheryl Sandberg, diretora de Operações - Facebook Inc.

22 - Nicole Seligman, vice-presidente executiva - Sony Corp.

23 - Gulzhan Moldazhanova, diretora executiva - Basic Element

24 - Anne Lauvergeon, diretora executiva - Areva SA

25 - Lynn Laverty Elsenhans, diretora executiva e presidente - Sunoco Inc.

26 - Ruth Porat, chefe global, Financial Institutions Group - Morgan Stanley

27 - Patricia Woertz, diretora executiva - Archer-Daniels-Midland Co.

28 - Mary Parent, presidente - Metro-Goldwyn-Mayer Studios Inc.

29 - Charlene Begley, presidente e diretora executiva - GE Enterprise Solutions

30 - Melinda Gates, co-fundadora - Bill & Melinda Gates Foundation

31 - Padmasree Warrior, diretora de Tecnologia - Cisco Systems Inc.

32 - Carolyn Corvi, vice-presidente e gerente geral - Boeing Commercial Airplanes

33 - Jane Mendillo, diretora executiva e presidente - Harvard Management Co.

34 - Laura Desmond, diretora executiva - Starcom MediaVest Group

35 - Pamela Daley, vice-presidente senior - Corporate Business Development - General Electric Co.

36 - Ann Moore, presidente e diretora executiva - Time Inc.

37 - Gail Kelly, diretora executiva e diretora operacional - Westpac Banking Corp.

38 - Mellody Hobson, presidente - Ariel Investments

39 - Meredith Whitney, diretora administrativa - Oppenheimer & Co.

40 - Mary Ann Wright, diretora executiva - Johnson Controls-Saft Advanced Power Solutions

41 - Indrani Mukerjea, diretora executiva - INX Media

42 - Marcia Goldstein, sócia - Weil, Gotshal & Manges

43 - Maha Al Ghunaim, presidente - Global Investment House

44 - Emma Marcegaglia, presidente - Confindustria

45 - Saideh Ghods, filantropa no Irã

46 - Tomoko Namba, fundadora - DeNa Co.

47 - Phuti Malabie, diretora operacional - Shanduka Energy

48 - Romi Haan, fundadora - Haan Corp.

49 - Celina Antunes, diretora executiva na América do Sul - Cushman & Wakefield Inc.

50 - Joanne Smith. Vice-presidente senior da In-Flight Service and Global Product Development - Delta Air Lines Inc.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Confira as novas regras ortográficas

Confira as novas regras ortográficas
As novas regras da língua portuguesa mexem com acentuação e hífen.
G1 elaborou tabela que traz regras atuais e o que vai mudar em cada uma.

Do G1, em São Paulo
Veja as regras atuais e o que vai mudar na língua portuguesa:


Alfabeto
Nova Regra
O alfabeto será formado por 26 letras
Como é
As letras “k”, “w” e “y” não são consideradas integrantes do alfabeto
Como será
Essas letras serão usadas em unidades de medida, nomes próprios, palavras estrangeiras e outras palavras em geral. Exemplos: km, kg, watt, playground, William, Kafka, kafkiano.


Trema
Nova regra
Não existirá mais o trema na língua portuguesa. Será mantido apenas em casos de nomes estrangeiros. Exemplo: Müller, mülleriano.
Como é
Agüentar, conseqüência, cinqüenta, freqüência, tranqüilo, lingüiça, bilíngüe.
Como será
Aguentar, consequência, cinquenta, frequência, tranquilo, linguiça, bilíngue.

Acentuação – ditongos “ei” e “oi”
Nova regra
Os ditongos abertos “ei” e “oi” não serão mais acentuados em palavras paroxítonas
Como é
Assembléia, platéia, idéia, colméia, boléia, Coréia, bóia, paranóia, jibóia, apóio, heróico, paranóico
Como será
Assembleia, plateia, ideia, colmeia, boleia, Coreia, boia, paranoia, jiboia, apoio, heroico, paranoico.
Obs: Nos ditongos abertos de palavras oxítonas terminadas em éi, éu e ói e monossílabas o acento continua: herói, constrói, dói, anéis, papéis, troféu, céu, chapéu.

Acentuação – “i” e “u” formando hiato
Nova regra
Não se acentuarão mais "i" e "u" tônicos formando hiato quando vierem depois de ditongo
Como é
baiúca, boiúna, feiúra, feiúme, bocaiúva
Como será
baiuca, boiuna, feiura, feiume, bocaiuva
Obs 1: Se a palavra for oxítona e o “i” ou “u” estiverem em posição final o acento permanece: tuiuiú, Piauí.
Obs 2: Nos demais “i” e “u” tônicos, formando hiato, o acento continua. Exemplo: saúde, saída, gaúcho.


Hiato
Nova regra
Os hiatos "oo" e "ee" não serão mais acentuados
Como é
enjôo, vôo, perdôo, abençôo, povôo, crêem, dêem, lêem, vêem, relêem
Como será
enjoo, voo, perdoo, abençoo, povoo, creem, deem, leem, veem, releem


Palavras homônimas
Nova regra
Não existirá mais o acento diferencial em palavras homônimas (grafia igual, som e sentido diferentes)
Como é
Pára/para, péla/pela, pêlo/pelo, pêra/pera, pólo/polo
Como será
para, pela, pelo, pera, polo
Obs 1: O acento diferencial ainda permanece no verbo poder (pôde, quando usado no passado) e no verbo pôr (para diferenciar da preposição por).
Obs 2: É facultativo o uso do acento circunflexo para diferenciar as palavras forma/fôrma. Em alguns casos, o uso do acento deixa a frase mais clara. Exemplo: Qual é a forma da fôrma do bolo?


Hífen – “r” e “s”
Nova regra
O hífen não será mais utilizado em prefixos terminados em vogal seguida de palavras iniciadas com "r" ou "s". Nesse caso, essas letras deverão ser duplicadas.
Como é
ante-sala, auto-retrato, anti-social, anti-rugas, arqui-rival, auto-regulamentação, auto-sugestão, contra-senso, contra-regra, contra-senha, extra-regimento, infra-som, ultra-sonografia, semi-real, supra-renal.
Como será
antessala, autorretrato, antissocial, antirrugas, arquirrival, autorregulamentação, autossugestão, contrassenso, contrarregra, contrassenha, extrarregimento, infrassom, ultrassonografia, semirreal, suprarrenal.


Hífen – mesma vogal
Nova Regra
O hífen será utilizado quando o prefixo terminar com uma vogal e a segunda palavra começar com a mesma vogal.
Como é
antiibérico, antiinflamatório, antiinflacionário, antiimperialista, arquiinimigo, arquiirmandade, microondas, microônibus.
Como será
anti-ibérico, anti-inflamatório, anti-inflacionário, anti-imperialista, arqui-inimigo, arqui-irmandade, micro-ondas, micro-ônibus.


Hífen – vogais diferentes
Nova regra
O hífen não será utilizado quando o prefixo terminar em vogal diferente da que inicia a segunda palavra.
Como é
auto-afirmação, auto-ajuda, auto-aprendizagem, auto-escola, auto-estrada, auto-instrução, co-autor, contra-exemplo, contra-indicação, contra-ordem, extra-escolar, extra-oficial, infra-estrutura, intra-ocular, intra-uterino, neo-expressionista, neo-imperialista, semi-aberto, semi-árido, semi-automático
Como será
autoafirmação, autoajuda, autoaprendizagem, autoescola, autoestrada, autoinstrução, coautor, contraexemplo, contraindicação, contraordem, extraescolar, extraoficial, infraestrutura, intraocular, intrauterino, neoexpressionista, neoimperialista, semiaberto, semiárido, semiautomático.
Obs: A regra não se encaixa quando a palavra seguinte iniciar por h: anti-herói, anti-higiênico, extra-humano, semi-herbáceo.

sábado, 8 de novembro de 2008

Mulheres na Administração Pública

Administração Pública: Mulheres em minoria nos cargos de topo
18 de junho de 2007 às 11:05
Diariodigital

A situação só se inverte no topo, onde as mulheres representam apenas 34,5 por cento dos trabalhadores com um ordenado ilíquido superior a 5200 euros, que é o que ganha, por exemplo, um director-geral, explica a coordenadora do estudo, Helena Rato.O domínio dos homens no topo da hierarquia salarial é «particularmente evidente» nos ministérios da Defesa, Turismo, Ambiente e Segurança Social, onde, de acordo com os dados de 2004 da Caixa Geral de Aposentações, simplesmente não há mulheres com salários ilíquidos superiores àquela fasquia.O estudo «A igualdade de género na administração pública central portuguesa», o primeiro sobre igualdade de género no sector, fala de uma «dupla assimetria»: há um défice global de presença masculina e uma «clara sub-representação de mulheres» no topo. Porquê? Sobretudo, diz Helena Rato ao Público, «porque as mulheres têm menos disponibilidade de tempo, porque a carga das tarefas familiares concentra-se sobretudo sobre elas e porque elas se sentem mais responsáveis por não dar assistência à família».Ou seja, «mesmo quando a oportunidade existe, as mulheres desistem muitas vezes de evoluir» na carreira porque ser dirigente implica «uma disponibilidade de tempo total».A equipa de Helena Rato analisou ainda as respostas de 2202 técnicos superiores e dirigentes a um questionário.Os dados relacionados com o uso do tempo na esfera privada, no grupo de inquiridos com filhos até aos 14 anos, confirmam que as mulheres-mães-profissionais estão também incumbidas de boa parte das tarefas domésticas: 63% dizem gastar pelo menos uma hora por dia com as mesmas, contra 22,6% dos homens; 14,8% gastam pelo menos outra hora a «levar/buscar à escola as crianças», contra 7,5% dos colegas do sexo masculino que relatam o mesmo dispêndio de tempo.Mais surpreendente é que só uma pequena minoria (2,4%) das mulheres diga gastar mais de três horas por dia a prestar «cuidados a crianças pequenas». Entre os homens a percentagem é ainda mais diminuta (0,5%). Quase um terço das mulheres e 52% dos homens contaram que não realizam de todo essas tarefas ou só o fazem ocasionalmente.Helena Rato diz que pode ter havido «diferentes interpretações», por parte de quem respondeu, sobre o que são «crianças pequenas» — «poderão, por exemplo, só ter considerado crianças pequenas até aos três anos e daí terem dito que não fazem essas tarefas porque têm filhos mais velhos». Mas, mesmo assim, não se pode deixar de ler nos números a «falta de tempo que as pessoas têm para dedicar à família».Mais um dado: 17,7% das mulheres e um quarto dos homens disseram que não brincam nem acompanham os estudos dos filhos ou só o faziam ocasionalmente.Quanto ao «exercício de actividades inerentes à prática da cidadania», é quase nulo. Há 81% de homens e 62% de mulheres que dizem não ter qualquer participação.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

VÍRUS

Os vírus são um dos maiores problemas para quem é usuário de computador, já que consistem em pequenos programas criados para causar problemas ao computador infectado, seja apagando dados, capturando informações, alterando o funcionamento normal da máquina, etc.
Os usuários dos sistemas operacionais Windows são vítimas quase que exclusivas de vírus, já que os sistemas da Microsoft são usados no mundo todo. Existem vírus para sistemas operacionais Mac e os baseados em Unix, mas estes são muito raros e costumam ser bastante limitados. Esses "programas maliciosos" receberam o nome de vírus porque possuem a característica de se multiplicar facilmente, assim como os vírus reais.
Eles se disseminam ou agem por meio de falhas ou limitações de determinados programas, se espalhando rapidamente. Um exemplo disso são os vírus que se alastram através da lista de contatos do cliente de e-mail do usuário.

Mitos

É importante desmentir alguns mitos: Eventos que não executam o programa que contém o vírus não irão ativá-lo. Os vírus podem danificar o hardware do computador.
Os vírus são softwares, assim, não há como eles queimarem ou quebrarem dispositivos do computador. De certo, existem vírus que apagam o BIOS da placa-mãe, deixando-a sem capacidade para ser usada, dando a impressão de que foi quebrada. No entanto, com equipamentos usados em laboratórios ou com softwares especiais, é possível recuperar o BIOS e aí se constatará que a placa-mãe está com seus componentes de hardware da mesma forma que estavam antes do ataque.
Os BIOS atuais estão mais bem protegidos deste perigo e são mais facilmente recuperáveis em casos de problemas.

Medidas gerais de prevenção

1. Jamais executar um programa ou abrir um arquivo sem antes executar o antivírus sobre a pasta que o contenha.
2. Atualizar o seu antivírus constantemente (todas as semanas e até mesmo diariamente, as empresas distribuem cópias gratuitas dos arquivos que atualizam a lista dos novos vírus e vacinas).
3. Desativar a opção de executar documentos diretamente do programa de correio eletrônico.
4. Jamais executar programas que não tenham sido obtidos de fontes absolutamente confiáveis.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Falta emprego ou qualificação?!

Presenciei algo interessante no meu trabalho hoje, que vale a pena comentar no blog.
Assim que comecei minha rotina de trabalho, me deparei com esta situação: Um amigo de RH de outra empresa nos pediu ajuda com currículos de moças para recrutamento e seleção, a proposta da empresa dele é de um piso salarial de $1.500,00 + benefícios, com uma única exigência, experiência em Recursos Humanos.
Bom... depois de 1 hora e meia separando currículos e analisando, tivemos a frustrante conclusão que de todos os currículos analisados, menos de 10% eram de fato aproveitáveis. Dos currículos analisados, poucos tinham experiência, ou qualificação em qualquer area que seja.
O que nos leva a pensar em:
Será que o que falta é emprego ou pessoal qualificado o suficiente para preencher as vagas que estão no mercado?! Se para achar uma pessoa para ocupar uma vaga de Auxiliar de RH, é tão difícil, que se exigia apenas uma experiência num nível técnico é tão difícil, imagine para achar uma num nível superior de conhecimento?!Para finalizar, meu amigo levo uns curriculos de pessoas que não haviam experiencias nenhuma, mas que pelo menos estavam cursando o ensino superior, porque ele acredita estas pelo menos se interessam em crescer, e investir nela pode ser um bom negocio, leva-la para fzr um treina-la e prepara-la para a sua função pode até ser mais proveitoso que empregar alguém que jah trabalhe com isso a muito tempo, e que por ter um conhecimento impirico dos procedimento, não se atualializa ou procura melhorar/evoluir.
E a moral da história: estude que sua qualificação pode ser o seu diferencial.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Empresa Familiar

Algumas Dicas para o Sucesso da Empresa Familiar

18 de abril de 2008 às 20:28

Sandra Regina da Luz Inácio

Vamos relacionar abaixo algumas dicas simples que podem estar ajudando os gestores de Empresas Familiares.

1. Entender que os problemas podem estar escondidos sob uma cortina de problemas emocionais e nem sempre financeiros e sociais e procurar definir claramente sua origem e dimensão.

2. Compreender que num universo onde existem mais de 02 pessoas, as decisões tem que ser compartilhadas e exercitar esse processo desde o início da empresa.

3. Criar processo de treinamento e capacitação interna e externa dos herdeiros e sucessores, com orientadores previamente definidos, de forma que venham para a empresa já com formação básica e conceitual definida e conhecimento do funcionamento da mesma.

4. Criar um conselho de família para definir entrada e saída de familiares nas empresas, gestão dos recursos financeiros e materiais e política geral.

5. Proporcionar absorção de familiares nas empresas desde que cumpridas as regras definidas e venham para somar. Da mesma forma, preparar a saída daqueles que estejam destruindo a gestão familiar.

6. Possibilitar que os não familiares tenham oportunidade de carreira, até o topo da organização, sem reservar espaços para a família, com todos concorrendo em igualdade de condições e profissionalmente, sem um limite hierárquico fixado e com isso motivar seus colaboradores.

7. Não empurrar com a barriga indefinidamente as decisões de sucessão e profissionalização, pôr medo de perder o poder, ego pessoal e status social. O atraso nas decisões pode gerar a perda dos patrimônios empresarial e pessoal.

8. Criar mecanismos para garantir a continuidade da empresa através das gerações (holding patrimonial familiar acordo de acionistas, conselho de família, conselho de administração, normas e procedimentos, unidades de negócios, código de ética para sócios e parentes, fundações, abertura de capital, outros viáveis juridicamente).

9. Em casos de cisão, ruptura, falta de acordo, brigas, procurar uma solução em curto prazo, evitando demandas judiciais e prolongar o sofrimento pessoal.

10. Solicitar ajuda de terceiros (amigos que tenham passado por situações similares) ou profissionais caso não consigam soluções no ambiente familiar... ...uma contribuição de quem acredita que as empresas familiares podem ser um sucesso, desde que profissionalizadas em tempo hábil.

O mais importante é o gestor pensar sempre que devido á decisões nem sempre profissionais e que com o fechamento de seu empreendimento, ele estará tirando do mercado de trabalho inúmeras pessoas, impossibilitando também o crescimento do estado, municipio e país através dos impostos que ele contribui.


domingo, 2 de novembro de 2008

O preço de ser CEO: você quer mesmo pagar?




31 de outubro de 2008 às 00:10
Por Karin Sato - InfoMone



SÃO PAULO - "O CEO (sigla em inglês para diretor executivo) precisa ser excelente em três aspectos: ele precisa melhorar continuamente os resultados do negócio, estar sempre desenvolvendo suas competências enquanto profissional e saber lidar com a equipe, de maneira que ela apresente bons resultados".

A explicação é da vice-presidente da SBC (Sociedade Brasileira de Coaching), Flora Victoria, que conclui: "Então a palavra principal no dicionário do executivo é resultado".


O executivo bom

Em resumo, o executivo deve ser bom. Bom o suficiente para fazer análise de mercado e planejamento estratégico. Bom para desenvolver uma visão sistêmica do negócio. Bom para lidar com os acionistas. Bom para estimular a equipe.

E o pior de tudo isso é que tem muita gente boa por aí, mas que não obtém os resultados esperados. "Muitas vezes, o CEO entende do negócio, mas lhe faltam competências ou ele tem as competências, mas não entende do negócio", afirma a vice-presidente da SBC.

Ela acrescenta: "Há profissionais que são excelentes fazedores, mas que não conseguem estimular a equipe. E um CEO não pode se dar ao luxo de fazer. Ele tem que fazer as pessoas fazerem, sabendo extrair o melhor de cada indivíduo. Há ainda aqueles que entendem do negócio, mas que têm dificuldade de negociar, ou conduzir uma reunião ou ainda de fazer uma apresentação".


Como ser bom em tudo?

Para ser bom em tudo, é preciso se dedicar. Não raro, em detrimento do lazer e dos momentos com a família. As diversas situações devem ser analisadas e as decisões devem ser tomadas muito rapidamente. E são muitas variáveis: os clientes, os acionistas, o mercado, o concorrente.

O problema de tanta dedicação, segundo Flora, é que um bom CEO acaba se envolvendo em demasia e, consequentemente, sofrendo de estresse. Por sua vez, o estresse acarreta dificuldades no processo cognitivo, ou seja, no raciocínio do profissional. "Ele fica tão envolvido que acaba tomando decisões equivocadas e se desequilibrando ao se comunicar com subordinados", explica."

O estresse ainda implica problemas hormonais. Isso porque ele gera adrenalina e cortisol, o que causa insônia, porque o CEO não se desliga dos problemas. Isso sem falar de doenças como pressão alta e gastrite".

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

MSN, um mal necessário...


A febre das Mensagens Instâncias da Microsoft (MSN), está invadindo empresas de pequeno a grande esporte.
Um mecanismo que seria adotado para viabilizar e facilitar as operações da empresa tem distraídos os colaboradores e diminuído seu desempenho. Segundo especialistas, quando não há um controle a distração pode ocupar até 15% do tempo de trabalho.
Com todas essas queixas e irresponsabilidades empresas como a Petrobrás, até mesmo em faculdade e escolas o uso do MSN foi vetado para manter os alunos mais atentos as aulas.
As empresas que ainda adotam o MSN como meio de comunicação, praticam uma espécie de tirania do Messenger, na qual o controle e a fiscalização desse mecanismo é exacerbada para que colaboradores não se distraiam ou utilizem essa ferramenta de maneira incorreta.
Mesmo assim os navegadores encontram meio de "furar" o bloqueio, há sites especializados somente em desbloqueio o de Orkut, MSN e o que mais o navegador solicitar, o site Bloqueado < http://www.bloqueado.com.br/ >, por exemplo, exibe em sua página relações de sites (abaixo) , em que é possível acessar o MSN de outras maneiras.

Lista de sites para entrar no MSN pelo navegador:


Para quem quise ler a reportagem Msn, é proibido abusar, por Francisco Alves Filho, segue o link: < http://www.terra.com.br/istoe/1905/comportamento/1905_msn_e_proibido_abusar.htm >

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Medo do chefe faz mal à saúde; veja causas do sentimento

27 de outubro de 2008 às 16:39
Por Karin Sato - InfoMoney


SÃO PAULO - A palavra "chefe", em si, carrega um simbolismo muito forte. Em um passado não muito distante, chefe era aquele que gritava, humilhava e rasgava cópias de projetos. Fazia tudo isso em nome da ordem na casa. Eram os resquícios do fordismo, segundo o qual os funcionários de uma empresa não precisavam "pensar", apenas operar e produzir muito.

Os tempos mudaram. Hoje, com o acirramento da competitividade nas empresas, os profissionais passaram a ser chamados de talentos e os empresários se deram conta da importância do capital intelectual para sobreviverem. É o fim das humilhações. Será? Não. Muitos ainda têm medo do chefe e líderes que não nasceram para liderar preferem exercer o cargo à moda antiga.

O chefe durão
"Tem chefe que é durão porque teme que alguém venha a ocupar seu cargo, o que é besteira. E pessoas assim fazem mal aos funcionários. Tudo que é simples toma uma dimensão desproporcional", afirma o sócio da consultoria de processos seletivos Steer Recursos Humanos, Ivan Witt. "Pode ser que alguns chefes tenham essa postura porque obtiveram resultados positivos no passado, então tendem a pensar que o sucesso está ligado a esse tipo de comportamento".

O resultado é negativo para o funcionário, que deixa de ser participativo. "Se o chefe dá cinco tiros toda vez que alguém fala, então como alguém se disponibilizaria para dar sua opinião?", questiona Witt. Além disso, o profissional não consegue ser produtivo em ambientes nos quais se sente hostilizado. "Em ambientes favoráveis, erros também acontecem, mas são vistos como oportunidades para melhorias".

Se o profissional já tentou conversar com o chefe a respeito do problema, mas não conseguiu, deve começar a procurar outro emprego antes que apareçam as doenças psicossomáticas (causadas por sentimentos negativos como o estresse e a tristeza). É o caso da gastrite e das alergias, por exemplo.

Quando medo não é real
O especialista em Carreiras alerta que é normal que os líderes façam observações daquilo que não saiu a contento. "Afinal, ele é responsável pelo trabalho de todos que reportam a ele e deve ser atendido da melhor maneira possível. Não conheço chefe que não gosta de bons resultados".

"O que causa estranheza é a barreira do medo, a qual nem sempre é imposta pelo chefe. Muitas vezes, as próprias pessoas criam uma percepção de medo. Pode ser que tenham tido um histórico negativo no que se refere a chefes, mas não significa que todos os líderes sejam injustos", pondera Witt. "Antes, os chefes colocavam suas opiniões à força. Hoje, não tem mais espaço para isso. Pessoas com esse estilo de liderança estão fadadas ao fracasso".

Então, fica o recado: antes de temer o chefe, achar que será demitido, ou ter receio de dar suas opiniões, reflita sobre o fundamento desse sentimento, o medo.



by: Cecília Monteiro

A falta de tempo dos executivos não é verdade

Artigo publicado por Sandra Regina Inácio em 26/10/08 no Diretório de Artigos - Artigonal

Pesquisa da Manager confirma o senso comum. O executivo brasileiro é um homem ou mulher sem tempo. Tivesse tempo, buscaria o que tanto precisa: informação, conhecimento e novas competências. Mas não será a falta de tempo mais um mito da vida de executivo?
Talvez tudo se resuma a uma questão de estilo. Quando um executivo ascende a um cargo importante, o pacote já vem pronto: carro, secretária, agenda lotada e assistência médica, para as primeiras pontes de safena. Dai em diante, a cordialidade e a disponibilidade desaparecem. Em seu lugar, o executivo tem de parecer ocupado e distante, o relógio no pulso e o mundo nas costas. Executivos estão sempre com a mente no trabalho e os olhos no relógio. Nesta era turbulenta e incerta, a obsessão pelo trabalho foi glamourizada e transformada em estilo de vida. A ansiedade tornou-se estado (permanente) de espírito e o. tempo tornou-se moeda escassa.

A atitude das pessoas diante do tempo é curiosa. Alguns tentam culpá-lo por todas as coisas que não são feitas. Por que, afinal, o dia não tem 30 horas, outros se organizam para mais bem aproveitar suas 24 horas. E é por isso que termino o artigo concordando plenamente com a autora e o filósofo Michel Setres, que sugeriu: "Agora, todo mundo tem relógio e ninguém tem tempo. Troque um pelo outro: dê o seu relógio e aproveite o seu tempo".

sábado, 25 de outubro de 2008

Informações importantes aos futuros bachareis em administração

Sistema CFA/ CRAs
O sistema CFA/CRA foi criado segundo a lei n° 4.769, de 9 de Setembro de 1965, regulamentada pelo decreto lei n° 61.934, de 22 de Dezembro de 1967. Constitui em seu conjunto uma Autarquia Federal, dotada de personalidade jurídica de direito público, com autonomia técnica, administrativa e financeira, com o objetivo de cumprir a legislação que foi regulamentada a profissão de administrador.

CFA
O CFA tem como principais finalidades defender, orientar e disciplinar o exercício da profissão de administrador, extinguir dúvidas suscitadas nos Conselhos Regionais, julgar, em última instância, os recursos de penalidades impostas pelo CRA, votar e alterar o Código de Ética Profissional dos Administradores, além de zelar pela sua fiel execução, e promover estudos e campanhas em prol da racionalização administrativa do país.

CRA/AM/RR
Cada CRA tem por finalidade dar execução às diretrizes formuladas pelo conselho Federal, fiscalizar, na área da respectiva jurisdição, o exercício da profissão de administrador; organizar e manter o registro de administrador; julgar as infrações e impor as penalidades referidas na Lei n° 4.769/65, expedir as Carteiras Profissionais dos Administradores, além de elaborar o seu regimentos para exame e aprovação pelo CFA.

Simbologia da Administração
As flechas indicam um caminho, uma meta, parte de uma premissa, de um princípio de ação. Considera um homem um ser pluralista, que para atingir seus objetivos, através dos elementos propostos, como simboliza as flechas centrais, se dirigem para um objetivo comum.

Dia do Administrador
O dia nacional do administrador é comemorado no dia 9 de setembro por ter sido a data em que foi criado o Sistema CFA/CRAs e a profissão de administrador. A resolução que institui essa data é a n° 65/68, de 9 de dezembro de 1968.

Campos de Atuação
1.Administração Financeira
2.Administração de Material
3.Administração Mercadológica/Marketing
4.Administração de Produção
5.Administração e Seleção de Pessoal/ Recursos Humanos/ Relações Industriais
6.Orçamento
7.Organização e Métodos/Programas de Trabalho
8.Campos Anexos:
Administração de Consórcio
Administração de Comércio Exterior
Administração Hospitalar
Administração de Condomínios
Administração de Imóveis
Administração de Processamento de Dados/ Informática
Administração Rural
Administração Ambiental
Factoring

Registro
Todos bacharel em administração deve fazer seu registro junto ao CRA, pois sem ele não poderá intitular-se administrador, além de não possuir a carteira profissional que o distingui no mercado de trabalho. O registro profissional é fator determinante para a valorização e fortalecimento de nossa classe.
Documentos para registro:
Requerimento de registro ao presidente do CRA/AM/RR;
Currículo(modelo fornecido pelo CRA);
Original e cópia de declaração/certidão de conclusão de curso, informando a data de colação de grau, assinado pelo diretor(a) da IES ou Diploma;
Carteira de identidade;
Título de Eleitor;
CPF;
Carteira de trabalho;
Prova de quitação com serviço militar;
Comprovante de residência;
2 fotos coloridas 3X4
Comprovante de pagamento de anuidade e taxas

Juramento do Administrador
“Prometo dignificar minha profissão, consciente de minhas responsabilidades legais, observar o código de ética, objetivando o aperfeiçoamento da ciência da administração, o desenvolvimento das instituições e a grandeza do homem e da pátria”.

Anel de Formatura
O anel do administrador tem como pedra a safira de cor azul-escura, pois é a que identifica as atividades criadoras. Em um dos lados da pedra safira deverá ser aplicada o símbolo da profissão do administrador.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

MAIS PARA OS MELHORES

Revista EXAME, Quinzenal – ANO 42 - N⁰19 – EDIÇÃO 928 8 de outubro de 2008

Porto Alegre mostra que funcionários públicos pode – aliás, deve – perseguir metas e ser recompensado quando consegue atingi-las.

Em junho deste ano, 15 funcionários da prefeitura de Porto Alegre passaram duas semanas nos Estados Unidos. Não, esta não é mais uma daquelas histórias escandalosas de servidores públicos que fazem turismo a custa de contribuinte. Nesse caso, servidores, todos concursados, participaram de um treinamento na Escola de Negócios da Universidade George Washington, na capital America, uma referência mundial na área de Gestão Pública. Durante o curso os alunos assistiram a quase uma dezena de palestas sobre questões envolvendo o impacto da globalização no setor público e o funcionamento de parcerias público-privadas. Também visitaram várias instituições entre elas o Banco Interamericano de Desenvolvimento e o Banco Mundial, onde aprenderam como esses organismos funcionam e o tipo de financiamento que oferecem a governos de todo o mundo. A experiência teve um sabor especial para os participantes; o do reconhecimento, algo rarícimo no ambiente do funcionalismo. “Sou concursada a 19 anos e nunca tinha feito curso fora do país”, afirma Viviane Maria Loss, pedagoga de 44 anos e primeira colocada na seleção dos funcionários premiados com a viagem a Washington. “Além do aprendizado, não dá para negar o orgulho de sermos reconhecidos pelo nosso trabalho”.
A experiência da Prefeitura de Porto Alegre merece destaque justamente por se basear no conceito de meritocracia, prática quase inexistente nos órgãos de governos brasileiros. Viviane e os outros 14 servidores que participaram do curso nos Estados Unidos formam uma espécie de tropa de elite da capital gaúcha. Eles foram os primeiros colocados entre 131 inscritos no Sistema de Reconhecimento e Capacitação, competição criada pela prefeitura no início do ano com o objetivo de capacitar funcionários com cargo de chefia. Os que tiveram melhor avaliação foram premiados com curso de duas semanas em Washington, e os vinte seguintes foram a Brasília para participar de um congresso de três dias sobre Gestão Pública. “Foi uma satisfação receber esse grupo, por saber como e porque essas pessoas chegaram aqui”, diz James Ferrer, Diretor do Centro para assuntos Latino-americanos, na Universidade de George Washington. “Sabíamos que o curso era um prêmio dado a pessoas avaliadas com base em critérios objetivos, não por serem parentes ou afilhadas de algum político”.
Comentário:
“Estamos ainda no meio do processo democrático mais importante para a população, as eleições. Em que, os candidatos disputam voto a voto a prefeitura dos municípios. Alguns já foram decididos pela grande maioria de votos obitidos, outros ainda esperam o segundo turno. O importante é votar consciente e não deixar-nos levar por promessas que nunca serão cumpridas, enfim, esse é o exemplo de que se pode ter resultados positivos se escolhermos bem nossos representantes” – Cecília Monteiro da Silva


terça-feira, 21 de outubro de 2008

LINUX_UM NOVO CONCEITO



Eu já utilizei o Sistema Operacional Linux, mas tive que trocar pelo Windows. O motivo é óbvio, no ambiente em que convivo este é o programa de menor uso, o que transformava a ação de visualizar os meus documentos uma missão impossível. Mas o que é Linux?
O Linux é, ao mesmo tempo, um kernel e um sistema operacional. O seu criador foi um estudante finlandês, chamado Linus Torvalds em 1991. Hoje, um desenvolvedor reconhecido mundialmente, coordena uma comunidade mundial de desenvolvedores, que inclui programadores individuais e empresas como a IBM, a HP e a Hitachi.
“O Linux adota a GPL, uma licença livre. Aliado a diversos outros softwares livres, como o KDE, o GNOME, o Apache, o Firefox, os softwares do sistema GNU e o OpenOffice.org, o Linux pode formar um ambiente moderno, seguro e estável para desktops, servidores e sistemas embarcado.”



*CURRIOSIDADE: Recentemente foi divulgado que os Notebookes que utilizavam o S.O. Linux eram os aparelhos com o maior índice de devolução as lojas, o motivo era, falta de conhecimento de uso.






By: Selma Galucio